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diario da fada basica
A Manhã Svetlana Makarovic Caminhas cuidadosamente entre os fragmentos do sonho. as estrelas, grandes, pálidas e doces, desvanecem-se no úmido amanhecer. umas mãos pálidas desembrulham a noite
Timidamente sorves prata da copa da madrugada
Os rostos cinzentos da noite cinza rostos cegos encaram a cor cinza e morrem apoiados no teu ombro
Caminha com cuidado exalam algo amargo as ervas da manhã
- poesia e imagem da Eslovenia
Escrito por Fatima Dannemann às 12h30 [] [envie esta mensagem]
Flores, exóticas para quem gosta de coisinhas fofinhas, estranhas, para quem gosta de coisas elegantes... Flores, apenas flores, para o zen
Escrito por Fatima Dannemann às 12h28 [] [envie esta mensagem]
Uma deusa japonesa Amaterasu. Pelo que já li, é tipo uma deusa mãe para os antigos xintoistas. Legal ver que nem a intolerancia, nem o marketing religioso conseguem acabar com tradições milenares. De repente, as pessoas se voltam para isso, para o tribal, onde aliás está inserida toda a sabedoria. Que é universal e independe de dogmas, de marketings, de teologos... Escrito por Fatima Dannemann às 12h27 [] [envie esta mensagem] não... eu jamais voaria de asa delta sobre o mar bravio... ah, mas nunca disse que eu era heroina.
Escrito por Fatima Dannemann às 11h16 [] [envie esta mensagem] quando chega o frio
manhã de inverno Fatima Dannemann manhã de inverno
vento que uiva e adverte
e eu não vejo o mar.
uma flauta tribal
dá o toque sombrio
e aproveito para meditar
o sentido da vida
e o que não faz tanto sentido na vida
os vais e vens
como ondas em dias revoltos
a alternancia
o frio, o calor
e as cores
na falta de cores entre a neblina.
Uma flauta tribal
me protege
Faz frio alem do mar
Faz mais frio no alto das montanhas
O vento é meu parceiro
e me traz novidades
E escondido no manto da neblina
brilha o sol...
Escrito por Fatima Dannemann às 11h16 [] [envie esta mensagem] |
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