
diario da fada basica

Como se não bastassem as greves, Salvador viveu pouco mais de 24 horas de chuvas intensas. A cidade ficou um caos.
Falando em greve, os pais já arrancam os cabelos: os professores prometem compensar os dias sem aula durante as ferias de julho.
O primeiro dia de junho foi marcado pelo luto nacional dos jornalistas que estão sobre a sombra de um pesado fantasma: a censura.
Embora não exista na Constituição, sabe-se que tem sido feito de tudo para que a censura volte a ter aval do governo. Por enquanto, só existe extra-oficialmente.
Falando em censura, o falso moralismo campeia na internet onde qualquer palavra vira "termo chulo" na mente de algumas "senhoras". Se o pvt de algumas delas falasse...
Com a saida de Jayme Monjardim e devidas mudanças no enredo, América, novela das oito da Globo, deu uma senhora melhorada.
Esfriaram-se os animos e as cenas (ridiculas) entre Edson Celulari e Cleo Pires. Agora, todo mundo vê que o Glauco é um babaca e torce para Haydée se separar dele.
Aliás, em conteúdo psicológico, Haydée é a personagem mais rica da novela sendo vivida brilhantemente por Christiane Torlone que dá algo mais que a eterna superficialidade dos textos de Gloria Perez.
Comentário de uma criança assistindo América: "para que aprender ingles se nos Estados Unidos todo mundo fala português?"
Será dia 17 que vem o arraiá do Espaço Mahatma Gandhi. Exclusivo para profissionais, alunos, clientes e simpatizantes do charmoso espaço da Pituba. Informações: 3248-7533.
E na novela das sete? Já correm as apostas que aquelas roupas ridiculas de Ademilde, Naide, Adail e Adalgisa logo logo estarão nas vitrines das boutiques grã-finas.
Certa loja da Pituba, aliás, de chique só tem a fachada. Em certo evento realizado lá, os seguranças queriam barrar os transeuntes fazendo-os caminhar no meio da rua.
Pergunta de um deles ao ver uma transeunte de bermuda e camiseta cruzando o caminho "é convidada de quem?". Resposta: "meu senhor, eu moro ali e a rua é publica".
A programação de cinema da Globo anda um verdadeiro lixo. Nem a marcação cerrada da Band e da Record (com excelentes filmes) mexe com a Globo.
Isso é que dá. A Globo cria um "padrão", cria fama, deita na cama mas esquece o principal: o publico cansa e quer novidade...
Fatima Dannemann - jornalista responsável - DRT-Ba 786
Escrito por Fatima Dannemann às 12h12
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